
Traduções porcamente feitas pela titchar aqui. Quer me contratar? Nah, obrigada.
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- Mô, me deixa levar o carro ?
- Ah, amor. Tô com medo que alguma Blitz pare a gente. O documento do carro tá atrasado.
- Ué, mas qual a diferença entre (o charme e o funk? Um anda bonito, o outro elegante) parar a mim e parar a você? Eu tô com a minha habilitação aqui. Se eles tiverem que parar, pararão independente de quem esteja dirigindo. (Dãaa)
- É, né? Então dirige. Eles não costumam parar mulher mesmo.
[...] A não ser que seja muito gostosa.
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Discordando de Rousseau ("o homem nasce bom, a sociedade que o corrompe"), vejo que o apreço pelo mal na verdade nos acompanha desde girinos. Cabe à sociedade, com suas regras e ideologias (ideologia, eu quero uma pra viveeer), limitar o homem e não permití-lo fazer tudo aquilo que seu "instinto selvagem" o impulsiona. E, a fim de frearem estes súbitos desejos de fazermos o mal, estão aí os grandes provérbios, parábolas com moral da história e bons ensinamentos educando nossas pérfidas mentes... Qui bón.
"A vingança nunca é plena, mata a alma e envenena."
Pirralha lá pros 3 anos, já tinha um comportamento complicado, devido às oscilações entre momentos de relevante ternura e simpatia, e pensamentos maquiavélicos de vingança e rebeldia. (É, eu queria mesmo rimar.)
Eram sórdidos planos malignos, fortemente incentivados pelos desenhos "infantis", os quais sempre têm a bruxa malvada que prepara poções mágicas para transformar em lagarta, aqueles que teimam em atrapalhar o seu caminho.
Além de beliscar um primo de colo e fingir que não era eu, tirar meleca do nariz da minha prima e colocar em sua boca, empurrar da cadeira uma abiguinha que queria ficar grudada em mim, injustiçar Joãozinho, enforcar uma coleguinha que não queria me emprestar seu brinquedo e et coetera, vislumbro o auge da minha maldade pueril quando tramei contra Jéssica.
Ela tinha dentes tortos, era loirinha e esquelética. Mas era muito esquelética, tadinha. Ela me fez algo tão ruim, mas tão ruim, que fomentou em mim o desejo de bolar um plano realmente cruel, capaz de eliminá-la, para sempre, da minha vida...
Sabendo-se bem da índole que eu tinha, é bem provável que eu tenha me irritado pelo fato dela não ter levado o biscoito presuntinho que seria recheio do nosso hambúrguer de fandangos que faríamos no recreio. Eram nossas primeiras tentativas de picnic, poxa... Ou, quem sabe, algum garoto bonitchenho por quem eu nutria um amor estava de olho nela. Hum, logo por aquela magricela!
Decidida, então, a por em prática de uma vez por todas tudo o que se passava na minha mente, peguei imediatamente uma bala dura e verde que estava no meu bolso há dias, tirei-a do pRástico e a esfreguei sofregamente no chão. Muito. Até ficar arranhada e preta.
Meus coleguinhas, assustados, perguntavam-me o motivo de tanta convicção em se esfregar uma bala de menta e não, simplesmente, enfiá-la logo na boca. Eu não respondia. Apenas sorria.
Embalei-a cuidadosamente de volta.
Como cresci ouvindo que não devíamos comer nada que estivesse no chão por causa dos micróbios, julguei poder, enfim, matá-la se lhe desse a bala suja.
Procurei a esquelética e ofereci-lhe o doce, tal como a serpente ofereceu a maçã a Eva e Adão. (viva o cacófatooo!)
Talvez por já conhecer bem a mim e os meus planos, ela apenas olhou nos meus olhos e disse que não. Sorte a dela...
Mas, por que ela não aceitou??? E se esse fosse um pedido de "vamos ficar de bEIn?"
Isso só aumentou a minha raiva, que durou mais uns 2 dias.
Ignorei-a em todo esse tempo e já não prestava mais atenção nas aulas, maquinando um plano B.
Como na maioria das minhas relações desfeitas, ela quem correu atrás de mim e voltamos a ser abigas.
Toda a fúria foi embora e deu lugar ao amor e à benevolência.
Cedi.
E retornamos ao mesmo ciclo vicioso de alegrias-discórdias-planos malignos...
Mudamos de escola. Ela sobreviveu a mim.
Mas até hoje, volta e meia, me pego sentindo um súbito desejo de oferecer balas por aí...
Tá, e o cRip, Verroníque? Já tô com dor nos olho por causa dessas imagens!
Acalmem-se! Deixei pro final pois achei a música Doubtful Comforts chatinha chatinha, todaestrada todavia não posso deixar de postar o vídeo aqui, porque a inovação do grupo musical Blue Roses em utilizar essa técnica em um videocRip faz com que o mesmo mereça espaço neste mundialmente conhecido bRog.
Neste vídeo e "atualmente, a estereoscopia é feita com duas câmeras gravando a mesma ação em perspectivas diferentes e as imagens são trocadas rapidamente, por isso o videoclipe parece cheio de 'pulinhos' (ui!)." [2]
[1] Wikipédia [2] Revista Galileu
Ah, não sejamos tão malvados! Todos sabemos que a televisão deu uma progredida boa.
Além dos sensacionalismo barato de Sônia Abrão, da bundalização e dos ex-bbbs fracassados no Super Pop e da mediocridade das brigas da Mexeu-com-você-mexeu-comigo-Márcia-Goldsmith, já repararam as chamadas dos ineditíssimos filmes (Karatê Kid 1 e 2, Meu primeiro amor, A lagoa Azul, Esqueceram de Mim, Dirty Dancing, E.T o extraterrestre, & cia), da rede Glóbulo, da Sessão da Tarde?
Não? Eis que fazê-los-ei atentar para elas.
Na verdade, pensei que só eu tinha me enfezado (hum, expressão estranha essa, viu) com a maneira efusiva do narrador e as musiquinhas rEdículas que tocam enquanto o filme nos é apresentado, mas joguei no Gugou e descobri que eu não era a única abençoada a perceber tal suplício a que somos submetidos diariamente e desde 75! Iupi!
Bom, estou sem paciência para escrever mais, então eu control-cei-control-vei, alguns teXtículos do Desciclopedia sobre a narração da Sessão Vespertina, que na verdade deveria se chamar "Vale a pena ver de novo":
Ei! Eu não estou aqui condenando quem puxa assunto comigo mesmo que eu esteja ocupada / ausente. É perdoável que venham prosear, meus brotos. O que me enerva é quando não os respondemos e os seres ficam indignados:
Tenham em mente que quando clicam no nosso nome, que por sua vez, exibe um quadradinho vermelho ou laranja ao lado, vocês correm o sério risco de não serem correspondidos, acarretando em uma terrível sensação de desprezo e baixa autoestima. Não, não precisam chorar. Não respondemos porque não gostemos de vosmecês, mas apenas estamos ocupados ou não queremos conversar convosco naquele momento.